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vigilancia@vistaalegredoalto.sp.gov.br
Projeto Morte Zero
152Dias
5Meses*
0Minutos
0Segundos
Contagem iniciada em 15/04/2026. *Meses aproximados pelo tempo transcorrido.
Marco Histórico de Saúde Pública

98,6%
MENOS CASOS
DE DENGUE

De 702 casos positivos (janeiro-agosto/2024) para apenas 10 casos positivos (janeiro-agosto/2026).

O resultado absoluto do controle contínuo.

Nascido em 2025 e elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde de Vista Alegre do Alto, o projeto une Poder de Polícia, Tecnologia e Comunidade.

A Filosofia do Projeto

Por que "Morte Zero"?

Nascido em 2025 e elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde de Vista Alegre do Alto, o nome não é apenas um slogan, é um compromisso da Saúde Pública. Entenda os pilares que erradicaram a doença.

Nelson Antonio Rozani
Homenagem institucional

Em memória de Nelson Antonio Rozani

Prefeito Municipal de Vista Alegre do Alto (2025–2026) e idealizador do Projeto Morte Zero.

Uma ideia que passou a fazer parte da história da Vigilância em Saúde. Em 2025, Nelson Antonio Rozani idealizou o Projeto Morte Zero. A proposta foi posteriormente desenvolvida tecnicamente pela Vigilância em Saúde e incorporada às ações de prevenção e controle das arboviroses do município.
Conheça a história da idealização
Em 2025, Nelson Antonio Rozani idealizou o Projeto Morte Zero, dando origem à proposta que passou a orientar uma atuação municipal permanente de prevenção e enfrentamento às arboviroses.
Este espaço registra, em caráter histórico e informativo, a participação de Nelson na origem do projeto e a continuidade de sua execução pela Vigilância em Saúde.

Nelson Antonio Rozani faleceu em 23 de março de 2026, durante o exercício do mandato. A informação é apresentada apenas como marco biográfico e histórico desta homenagem institucional.

Inteligência Estratégica

A integração de registros, informações territoriais e dados de campo apoia a priorização de áreas, o planejamento das ações e o acompanhamento da resposta.

Foco Total no Vetor

Tratar o paciente é essencial, mas a verdadeira vitória é impedir a picada. O trabalho diário é direcionado para destruir os criadouros de forma incisiva.

Pacto Coletivo (Lei)

O poder público não vence sozinho. O Morte Zero instituiu um pacto onde o cidadão é o principal fiscal do próprio quintal, com deveres amparados em lei.

Aprenda Brincando

Jogo Morte Zero

A educação em saúde de um jeito que você nunca viu. Teste suas habilidades como Agente de Endemias no nosso jogo interativo oficial. Encontre os focos, ganhe pontos e ajude a proteger a cidade!

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O Relógio Biológico

A biologia do Aedes aegypti é implacável. Clique nas fases abaixo para entender por que a lei exige limpeza semanal rigorosa.

0 a 3 Dias na água

Ovo: A Resistência

A fêmea deposita os ovos nas bordas. O grande perigo: eles sobrevivem mais de 400 dias a seco! Esperando apenas uma chuva para eclodir.

Ação Obrigatória: Jogar a água fora NÃO basta. É obrigatório ESFREGAR as bordas com bucha para destruir os ovos colados.
5 a 7 Dias

Larva: Desenvolvimento

Ágeis, fogem da luz nadando para o fundo do recipiente. Alimentam-se de matéria orgânica e crescem rapidamente em água parada.

Ação Tática: Larvicidas são medidas complementares quando depósitos não podem ser eliminados ou manejados mecanicamente. A Crotalaria juncea é tratada no estudo como ação educativa e ambiental, sem eficácia entomológica ou epidemiológica comprovada.
2 a 3 Dias

Pupa: O Casulo Aquático

Fase de transformação. A pupa não se alimenta e é muito mais resistente a produtos químicos. O mosquito está prestes a emergir.

Atenção: O tempo esgotou. Se a verificação semanal no quintal falhou, o mosquito alado nascerá em menos de 48 horas.
Até 45 Dias (Tempo de Vida)

Mosquito Adulto

Apenas a fêmea pica, buscando sangue para amadurecer novos ovos. O controle do mosquito adulto é complementar e não substitui a eliminação e o manejo dos criadouros.

Ação Tática: A UBV é dirigida ao mosquito adulto em contextos específicos de bloqueio da transmissão, surtos e epidemias. Ela é complementar e não substitui a eliminação dos criadouros.
Metodologia Tática · Arquitetura Integrada

Metodologia Tática

As ações táticas da página se articulam com a arquitetura integrada de oito eixos descrita no documento científico. A redução observada é apresentada de forma descritiva, sem atribuição causal isolada.

Vigilância Ativa (Agentes e ACS)

Auditoria rigorosa de imóveis, quintais e terrenos baldios através do contato humano direto dos Agentes de Combate a Endemias e Agentes Comunitários de Saúde.

  • Visitas domiciliares intensivas cobrindo os quarteirões estratégicos do município.
  • Aplicação direta de larvicida biológico (BTI) nas áreas mapeadas de risco.

Campanhas Pedagógicas

A informação é a principal vacina no combate contra a desinformação na saúde pública.

  • Campanhas de alto impacto: "Junho Contra a Dengue" e "Mitos e Verdades".
  • Abertura de canal direto via WhatsApp, registrando aumento de 210% nas denúncias cidadãs.

Controle Biológico (Crotalária)

A natureza trabalhando pela saúde pública. Introdução de predadores naturais.

  • Plantio e distribuição de mais de 120 mudas da leguminosa Crotalaria juncea nas escolas.
  • O estudo trata a Crotalaria juncea como ação educativa e ambiental; não lhe atribui eficácia entomológica comprovada contra Aedes aegypti.

Mutirões de Arrastão

Intervenção de limpeza profunda para destruição sumária de criadouros focais.

  • Recolhimento massivo de mais de 30 toneladas de resíduos acumulados.
  • Destinação e remoção adequada de 1.632 pneus inservíveis nos bairros.

Poder de Polícia Sanitário

A autoexecutoriedade do Estado para proteger a coletividade, pilar mestre do Projeto.

  • Amparo pela Lei Complementar nº 225/2026 e adoção do rito sumário de 48h.
  • Ingresso forçado com amparo no Tema 626 STF e lançamento de limpeza na dívida ativa do IPTU.
Transparência Ativa

Painel Epidemiológico Oficial

Série documentada de janeiro a agosto de 2026. Fonte: documentação municipal consolidada no estudo.

Em 2024, o município lamentou 3 mortes. Em 2025 e 2026: Zero mortes.
Registros positivos · 2024 → 2026 702 → 10 Redução aritmética descritiva de 98,575%.
Janeiro–Agosto de 2026 57 Notificações publicizadas no período.
Resultados em 2026 10 + 47 10 positivos e 47 negativos.
Interação: Clique nas legendas para isolar os anos.
Microdados: Ano 2026

Transparência de janeiro a agosto no ano de Morte Zero.

Mês NOT
Suspeitas comunicadas ao sistema.
POS
Positivos Confirmados.
NEG
Jan1486
Fev707
Mar13013
Abr13211
Mai707
Jun202
Jul000
Ago101

Mitos e Verdades

A desinformação também mata. Teste seus conhecimentos abaixo clicando nas perguntas.

Mito Perigoso! O ovo do *Aedes aegypti* possui uma casca incrivelmente resistente. Mesmo que a água seque completamente, o ovo pode sobreviver grudado na parede do recipiente por mais de 400 dias (mais de um ano). Se chover, ele eclode em minutos. Por isso, só esvaziar não serve: a lei exige ESFREGAR as bordas.
Mito! Não há comprovação científica de eficácia em larga escala para "receitas caseiras" na água. Pelo contrário, colocar produtos orgânicos na água pode até nutrir as larvas. A legislação e a ciência exigem intervenção mecânica: preencher 100% do prato com areia grossa.
Evidência limitada O estudo consolidado trata a Crotalaria juncea como ação educativa, ambiental e de mobilização. A literatura técnica citada no artigo registra ausência de comprovação científica suficiente para recomendá-la como método de controle populacional de Aedes aegypti; por isso, o portal não atribui a ela efeito epidemiológico comprovado.
Mito! Com as mudanças climáticas (invernos mais quentes e úmidos), o mosquito mantém seu ciclo o ano inteiro. Se a vigilância relaxar no inverno, haverá uma explosão incontrolável de casos já na primavera. A prevenção é anual.
Mito Absoluto! A resposta inflamatória exagerada (que causa o choque e a hemorragia) pode acontecer em pessoas jovens, atléticas e sem comorbidades prévias. O vírus não escolhe perfil; a gravidade é imprevisível.
INFORMAÇÃO • PREVENÇÃO • CUIDADO

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Conhecimento para agir. A prevenção começa pela informação. Consulte as dúvidas, reconheça os riscos e transforme conhecimento em cuidado.
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Em Campo e Nas Redes

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Estudo Técnico-Científico

Artigos e Documentos

Documento Científico Oficial do Projeto Morte Zero contendo a fundamentação metodológica e os resultados oficiais auditados.

Navegue pelo Projeto Morte Zero

Atalhos para as principais áreas existentes e para o novo núcleo científico.

Documento Científico Oficial

Análise de Impacto Regulatório Sanitário e Controle do Aedes aegypti

Projeto Morte Zero · Vigilância em Saúde · Vista Alegre do Alto/SP. Estudo técnico-científico com arquitetura integrada, métodos, resultados, discussão, limitações e referências.

AutorBruno Henrique Barbosa
InstituiçãoDiretoria de Vigilância em Saúde
Município de Vista Alegre do Alto — SP
NaturezaEstudo observacional, retrospectivo, descritivo e técnico-aplicado
Arquivo oficialPDF integral · 25 páginas · mesma origem para leitura, nova aba e download
Acesso documental

PDF oficial servido diretamente pelo próprio site em documentos/Projeto_Morte_Zero_ESTILO_VISA.pdf.

Leitura científica responsável

O estudo documenta uma redução aritmética de 702 para 10 registros positivos entre janeiro-agosto de 2024 e o mesmo período de 2026. A comparação é descritiva; o desenho não estima efeito causal isolado e explicita limites relacionados a sazonalidade, clima, circulação viral, mobilidade, detecção e intervenções concorrentes.

Leitura complementar do estudo

Principais resultados documentados

98,575%
redução aritmética não arredondada
702 → 10
registros positivos · jan-ago 2024 → jan-ago 2026
692
diferença absoluta de registros positivos
57 · 10 · 47
notificações · positivos · negativos em jan-ago 2026
67 ha
área de sobrevoo documentada com VANT
342
depósitos de água parada identificados por VANT
30+ t · 1.632
resíduos removidos · pneus registrados
120+
mudas/sementes de Crotalaria juncea

Os indicadores de implementação e cobertura não equivalem, isoladamente, a desfechos epidemiológicos. O estudo não atribui causalidade isolada ao projeto e não apresenta valor de Rt como estimativa validada.

Estrutura do documento

O que há no estudo

01
Introdução

Dengue e arboviroses, pequenos municípios, Manejo Integrado de Vetores, governança, problema de pesquisa e objetivos.

02
Referencial teórico

Vigilância entomológica, manejo ambiental, comunicação, participação, geotecnologias e avaliação observacional.

03
Contexto municipal

Caracterização territorial, gênese e institucionalização do Projeto Morte Zero e evolução de cinco para oito eixos.

04
Marco regulatório e métodos

Base jurídico-sanitária, delineamento observacional, fontes documentais, comparabilidade, indicadores e ética.

05
Arquitetura do projeto

Integração dos oito eixos e sequência de decisão orientada pelo risco.

06
Resultados

702 → 10 registros positivos, diferença absoluta, série de 2026 e indicadores de implementação documentados.

07
Discussão

Integração, participação, geotecnologia, VANT, regulação, contexto municipal e leitura científica prudente.

08
Contribuições para municípios

Transferibilidade contextualizada, capacidades institucionais e condições críticas para adaptação.

09
Inferência e transparência

Potencialidades, fronteiras e distinções permanentes entre associação temporal, implementação e impacto epidemiológico.

10
Agenda futura de avaliação

Série temporal interrompida, desenho quase-experimental, avaliação de implementação e painel mínimo de monitoramento.

11
Síntese institucional

Relevância epidemiológica, operacional, institucional, tecnológica, social, para o SUS e científica.

12
Conclusão e referências

Conclusões do caso, limitações, aprendizados e fontes bibliográficas, normativas e institucionais.

Conexões documentais

Os atalhos abaixo mantêm a separação entre o conteúdo institucional da página e o documento científico fornecido como fonte complementar.

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